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NOVA IORQUE: CAIXOTES DO LIXO PODEM FUNCIONAR COMO HOTSPOTS DE WI-FI

por Mäyjo, em 20.06.17

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A empresa norte-americana Bigbelly quer transformar os caixotes do lixo de Nova Iorque em hotspots de wi-fi, de acordo com o Mother Nature News. Segundo o site, a empresa de Massachusetts já instalou equipamento de wi-fi em vários em vários dos ecopontos e compactadores de lixo da Grande Maçã, numa primeira fase de testes.

 

O equipamento é alimentado por energia solar e poderá ser uma realidade assim que alguns problemas logísticos forem resolvidos. Um deles é o facto de os vários edifícios e torres de escritórios poderem facilmente bloquear o sinal. Talvez por isso, Times Square é uma das zonas onde decorre a fase de testes.

Ainda assim, nada que preocupe a Bigbelly. A empresa já comercializa soluções de armazenamento de resíduos de grande capacidade, cujos sensores avisam os departamentos e saneamento da altura certa para que estas estações sejam esvaziadas. Assim, o processo de acrescentar painéis solares e wi-fi não foi demasiado complexo.

Segundo a Bigbelly, dois dos caixotes do lixo com wi-fi instalados em Wall Street tiveram níveis de produtividade – no que toca a sinal wi-fi – bastante interessantes, o que prova que o programa tem tudo para ser um sucesso.

O Mother Nature News revela que, nos próximos meses, novos caixotes e ecopontos receberão o equipamento wi-fi. Uma pequena vitória para a empresa de Massachusetts.

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publicado às 11:55

ABAIXO OS PRATOS DE PLÁSTICO

por Mäyjo, em 01.10.16

... o futuro é esta alternativa biodegradável e 100% natural

prato-biodegradavel

Vivemos na era do descartável. Diariamente produzimos quantidades absurdas de lixo, na grande maioria embalagens de plástico que, não sendo convenientemente recicladas, têm um imenso impacto negativo no meio ambiente.

Ao procurar uma solução para este problema ambiental, a empresa Leaf Republic criou uma alternativa perfeita: um prato descartável, à prova de líquidos e que demora apenas 28 dias para ficar em decomposição na natureza. Mas não é tudo. No fabrico deste prato especial não é utilizado nenhum componente sintético ou material artificial, apenas folhas que passam por um processo especial para manterem a forma.

Com o objectivo de reduzir em larga escala a quantidade de plástico que é produzida diariamente, a empresa quer começar a produção logo que possível, estando para isso a contar com o investimento conseguido através de crowdfunding.

Foto: Leaf Republic 

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publicado às 09:26

O PROJETO HOLANDÊS QUE CRIOU TEMPLOS FEITOS DE LIXO

por Mäyjo, em 28.09.16

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O Templo do Lixo

 

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publicado às 11:01

COMO RENTABILIZAR AO MÁXIMO A VIDA ÚTIL DE PILHAS E BATERIAS?

por Mäyjo, em 17.09.16

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Por conterem metais pesados na sua composição, as pilhas e baterias são um dos resíduos com maior probabilidade de impacto ambiental, quando em contacto com o meio natural, caso de cursos de água.

Hoje em dia as pilhas e baterias são presença constante no nosso dia-a-dia, por isso alguns cuidados na rentabilização destes consumíveis são essenciais. Os equipamentos não têm todos níveis de consumo energético iguais, por isso devemos ter isso em consideração antes de deitar estes consumíveis no pilhão. Por exemplo, as pilhas e baterias podem já não ter energia suficiente para uma máquina de fotografar, mas estarem aptas para meses de autonomia num dispositivo de menor consumo, caso de um despertador ou máquina calculadora.

O ideal será combinar o uso de pilhas convencionais com pilhas recarregáveis, prolongando ao máximo a sua vida útil.

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP.

 

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publicado às 09:56

EXPEDIÇÃO DESCOBRE ILHAS PERMANENTES DE LIXO NO PACÍFICO

por Mäyjo, em 20.10.15

Expedição descobre ilhas permanentes de lixo no Pacífico

Em 1997, o capitão Charles Moore tornou-se conhecido ao descobrir uma enorme ilha de lixo no Pacífico, durante uma viagem de barco entre Los Angeles e Honolulu – uma corrida e não viagem, na verdade.

Desde então, muitos têm comprovado a existência desta ilha, que se acredita ser do tamanho do estado norte-americano do Texas. Recentemente, vários investigadores voltaram com Moore ao local e descobriram que existem outras ilhas permanentes de lixo à volta deste gigantesco mar de resíduos.

O regresso de Moore a esta porção de lixo teve como objectivo avaliar o impacto deste na vida marinha. Desde que encontrou este mar de plástico, Moore criou o Algalita Marine Research Institute, uma organização sem fins lucrativos focada na redução de poluição marinha.

No entanto, Moore ficou ainda mais chocado quando percebeu que, para além de vastas quantidades de plástico que deambulam no local, existe uma ilha de lixo permanente com mais de 15 metros. A ilha é em tudo idêntica a uma ilha normal, com rochas na costa, vida marinha e biodiversidade. Mas não só é artificial como é feita de lixo.

“Encontrámos sinais de permanência. E haverá um novo mundo flutuante de plástico se não pararmos com a poluição”, explicou Moore ao Live Science.

Um dos estudos mais recentes dá conta que 35% dos peixes encontrados nesta região comeram plástico em alguma parte da sua vida. Agora, estas ilhas de plástico estão cada vez mais a integrarem-se na biodiversidade, com consequências imprevisíveis.

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publicado às 22:13

A EMPRESA DE EMBALAGENS QUE UTILIZA 74% DE MATÉRIAS-PRIMAS RECICLADAS

por Mäyjo, em 04.09.15

Smurfit-Kappa_SAPO

“A sustentabilidade é uma vantagem competitiva para o nosso negócio”. A frase pode parecer batida, como diz a música do Sérgio Godinho, mas poucas empresas se podem gabar de ter esta realidade dentro de portas.

A frase também faz parte do relatório de sustentabilidade de 2014 da Smurfit kappa, fabricante de embalagens de origem irlandesa que emprega 43.000 pessoas em 33 países e teve vendas de €8,1 mil milhões no ano passado.

Segundo o relatório, a empresa garante que o papel é reciclado até ao seu limite – entre oito a 10 vezes antes de se desintegrar. Antes disso, ele é utilizado de formas inovadoras. “Ao reduzir o nosso impacto no ambiente, das matérias-primas que usamos e através do nosso design optimista há cada vez mais embalagens sustentáveis [no mercado] e os nossos clientes podem fazer uma escolha mais positiva quando têm a Smurfit Kappa como fornecedor”, continua a empresa.

Segundo a empresa, todo o seu negócio foi reformulado à volta do modelo da economia circular, o que possibilitou a redução do custo dos materiais, aumento da resiliência dos recursos e redução das emissões de CO2.

No ano passado, as matérias-primas recicladas foram responsáveis por 74% do papel da empresa. Quando o papel já não pode ser reciclado, ele é incinerado para gerar energia ou utilizado na agricultura.

Por outro lado, avança o Edie, quase um terço das fábricas da empresa não enviaram resíduos para as lixeiras, em 2014, enquanto uma delas, em Roermond, Holanda, identificou utilidade para 99,5% de todos os seus resíduos.

Finalmente, a empresa também abraçou o conceito de logística revertida, através de um esquema simples com um fabricante de gelados francês. Assim, os velhos cartões são recolhidos quando chegam as novas encomendas – estes papéis e cartões regressam depois à Smurfit Kappa para serem reciclados e reutilizados.

Todas as medidas desenvolvidas pela Smurfit Kappa nos últimos anos levaram a empresa a reduzir as emissões por tonelada de papel produzido em 21% desde 2005. O total de água gasto também decresceu 3% entre 2013 e 2014.

Este artigo faz parte de um trabalho especial sobre Resíduos, publicado durante o mês de Junho e promovido pela Sociedade Ponto Verde.

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publicado às 08:03

MALDIVAS: GOVERNO CONVIDA EMPRESAS A APRESENTAREM PROPOSTAS PARA ACABAR COM LIXO

por Mäyjo, em 25.08.15

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As Maldivas de plástico

 

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publicado às 23:12

A PRAIA MAIS SUJA DO MUNDO?

por Mäyjo, em 12.08.15

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A praia dos resíduos

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publicado às 21:38

ESCÓCIA VAI OFERECER DINHEIRO POR GARRAFAS E LATAS VAZIAS PARA AUMENTAR TAXA DE RECICLAGEM

por Mäyjo, em 06.08.15

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O Governo escocês prepara-se para seguir a estratégia da Alemanha, Suécia e Noruega e pedir aos consumidores para pagarem mais €0,27 por cada bebida que comparem, dinheiro que será reembolsado quando devolverem a garrafa ou lata para reciclagem.

Segundo o Business Week, esta hipótese foi anunciada ontem pela Zero Waste Scotland e tem como pano de fundo o aumento das taxas de reciclagem. Que, recorde-se, deverão decrescer em solo inglês este ano.

Um estudo da Eunomia sobre o potencial deste novo (e velho!) esquema descobriu que o valor económico dos benefícios ambientais será “significativamente superior” aos custos financeiros de o implementar. Por outro lado, ele poderá ajudar a virar o país no caminho da economia circular.

“A Escócia tem objetivos ambiciosos para reduzir os resíduos para zero, e sabemos que muitas das latas e garrafas de bebidas não estão a ser recicladas – algumas são bem visíveis nas ruas”, disse Iain Gulland, CEO da Zero Waste Scotland.

“O sistema de retorno de depósito é utilizado há muito em todo o mundo, para evitar o desperdício e aumentar a reciclagem”, continuou Gulland. Recorde-se que este sistema – tara recuperável – foi muito usado também em Portugal, existindo actualmente um movimento da sociedade civil para reimplementar esta medida.

Na Escócia, porém, a indústria das embalagens está contra a ideia. A PRGS (Packaging Recycling Group Scotland) revelou que preferia trabalhar em parceria com o Governo local para tentar melhorar as taxas de reciclagem.

“Não apoiamos a introdução do sistema de retorno do depósito na Escócia e recomendamos propostas alternativas para promover a reciclagem, reduzir os resíduos e atacar o lixo, propostas que consideramos mais eficientes”, explicou Jane Bickerstafffe, porta-voz da PRGS, entidade que representa mais de 30 empresas de comida e bebidas e outras entidades da indústria.

“Os nossos membros, que incluem grandes marcas, há muito que se relacionam diariamente com milhares de consumidores e têm um excelente histórico de muitos anos a liderar a reciclagem, prevenir o lixo e lançar iniciativas para o público”, concluiu a responsável.

Foto: rochelle hartman / Creative Commons

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publicado às 11:27

RESÍDUOS: TRÊS INOVAÇÕES QUE VÃO REVOLUCIONAR AS CIDADES

por Mäyjo, em 07.07.15

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Cerca de 70% da população mundial viverá nas cidades em 2050, de acordo com as Nações Unidas. Os números são bem conhecidos e vão alterar profundamente as cidades em que vivemos – sobretudo as grandes metrópoles –, elevando a necessidade de criarmos cidades mais sustentáveis que, se possível, não diferenciem resíduos e recursos.

Por outras palavras: as cidades devem entender os resíduos como ponto de partida de algo novo. Estas são três ideias que podem em breve ser aplicadas nas megacidades e que nos podem ajudar a construer um ambiente urbano mais sustentável para o futuro.

1.Minas urbanas

À medida que as minas naturais se esgotam, as cidades serão as minas do futuro, uma vez que é por lá que estão os recursos naturais já transformados em materiais. Há décadas que existe tecnologia para reciclar cobre e empresas especialistas já recuperam o resíduo metálico dos velhos cabos eléctricos.

Segundo explicou ao Guardian o professor Thomas Graedel, da Yale School of Forestry and Environmental Science, os edifícios armazenam os materiais que serão reciclados mas também nos ajudarão a poupar uma grande quantidade de energia necessária para os alcançar.

A reutilização de alumínio precisa de apenas 5% da energia necessária para a sua produção original. E como este material está presente em todos os edifícios – há sempre novas demolições agendadas – ele não ficará refém de uma menor produção das minas.

2.Transformar resíduos em materiais de construção

Na Design Academy de Eindhoven, Holanda, Tom van Soest desenvolveu um método de pulverizar os materiais de construção reciclados dos edifícios demolidos para criar uma nova forma de pedra que pode ser transformada em produtos para a superfície e tijolo.

Para além deste método, comercializado pela StoneCycling, há um projecto que transforma jornais em materiais parecidos com madeira; ou uma empresa que desenvolveu um material feito de embalagens de cartão 100% reutilizados, num processo que não utiliza água e cria um nova material que pode ser usado para paredes interiores.

E lembra-se da casa de garrafas de vidro de Alfred Heineken (na foto)? Ela data de 1963 e, pelo que vê aqui, continua actual. Por aqui ainda há muito que evoluir, mas o futuro parece risonho.

3.Experiências com materiais biológicos

À medida que definimos os resíduos como algo para além do que colocamos no lixo – o que inclui tudo o que pareça sem valor ou supérfluo –, as possibilidades são infinitas. Dito isto: porque não incluir materiais biológicos derivados de bactérias ou fungos em materiais de construção.

Henk Jonkers, da Delft University of Technology, desenvolveu um processo que mistura bactérias e nutrientes para criar cimento que se auto-repara. Noutro projecto, em Nova Iorque, um material feito de subprodutos agrícolas e micélio pode ser transformado em materiais fortes e com parâmetros estruturais, sendo até comparado à pedra e cimento – o Ecovative.

Este artigo faz parte de um trabalho especial sobre Resíduos, publicado durante o mês de Junho e promovido pela Sociedade Ponto Verde.

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publicado às 10:50


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